Este é um texto para a aula de hj de Oficina de Texto. Tinhamos q escolher algumas palavras e montar uma historioa. Aproveitem!
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Como poderia ser possivel se nem ao menos o impossivel teria lugar para o dia de hoje?
O jovem menino, sentad no onibus da escurção da escola, passeio normal que nada de anormal teria como acontecer. Ao descer do onibus, enquanto a fila se formava para organização dos alunos, nosso jovem menino se distraia com um passaro normal, amarelo e azul, que voava para não muito longe. O menino acompanhou o passaro, primeiro com os olhos depois com os pés e logo estava no quintal de uma estranha casa, aquelas tipicas de filmes de terror, tão tipicas que o clima ensolarado se tornava frio e sombrio.
O passaro parou a soleira, fazendo um quadro estranho, um passaro tão lindo em uma casa tão feia. O menino se distraiu facilmente com a cena quase hiponitizado, ia a frente com as mãos esticadas como se pudesse pegar o passaro ou a casa, paso a paso cada vez mais perto.
Sentiu seu corpo parar, ser puxado para traz, sentiu uma mão em seu ombro e a voz doce e preocupada de sua professora chegou em seus ouvidos, como se o encanto da casa fose substituido pela docura da professora o jovem menino a seguiu para as filas ja montadas do passeio escolar.
Era uma vez...
...um pouco do meu conto de fadas
Março 16, 2012
Março 10, 2012
Lua de versalhes - Fragmento Clifford-Katherine
Bom este é um fragmento da historia do Clifford e de como ele encontrou a Katherine, isso estaria em alguma parte de Lua de versalhes 2, no dia q eu escrever tudo. Um resumo geral da cituação:
Clifford é um vampiro, esta em um reino ja a algum tempo. Neste reino ele é amante da Rainha mas esta gostando das 2 filhas do padeiro, a mais velha MariaAnne nao lhe da bola mas a mais nove, MariaBelly, esta apaixonada por ele. Este é um fragmento de apos a Rainha descobrir das filhas do padeiro e antes dele decidir tranformar....uma das irmãs. Divirtão-se!
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- Vocês são um bando de cretinos!!!! Tinha que ser ela?! Entre todas as Putas...
- Elas não é puta...
- PUTAS do reino...tinha que ser ela?
Do quarto sempre arrumado agora se tinha estrassalhos pelos cantos, Clifford nao se esforçou ao menos para sair da frente dos objetos atacados, somente preferia nao ouvir isso. Acabar e ficar com ela...a outra.
Saiu pelos fundos do castelo, como de costume, preferiu andar devagar e descobrir novos caminhos no reino, parou em um beco escuro e nem teve que esperar muito ate a proxima garota desacompanhada passar. Claro que a matou. Com os dentes em seu pescoço fez a mordida limpa e rapida, quase indolor para sua pobre vitima.
Nao se preocupou com o corpo, largando-o no beco onde acabara de sair. Foi para sua cabana nem um pouco perto do reino. A noite estava pela metade e seria bem chato ficar somente deitado em sua cama "sozinho" pensou. Fechou os olhos e logo a imagem dela invadiu sua mente.
Seus cabelos negros ao vento, as mãos umidas que estendiam as roupas, o aroma de sabão, pão e cravos que vinham dela. Os olhos que procuravam no meio das arvores por algo que ela não imaginava ser ele. A pele branca de seu pescoço a mostra, macia, com a veia azul o convidando a um drinque, a saia que se enroscava nas coxas mostrando suas formas e o convidando a muita outras coisas...E a irmã, sempre correndo para ela como a garota inocente que ele sabia que nao era. As duas tão diferentes mas com os mesmos detalhes: o sorriso, mãos e a delicada queda de cabeça quando estava feliz.
-Minha canela...
Gemeu ao lembrar do cheiro, cheiro forte que sentia de sua nuca quando suava, quando tinha os cabelos ruivos presos em sua mão, quando ela se virava para beija-lo e "acidentalmente" cortava os labios em suas presas.
Ouviu uma batida a porta, leve e ritmada como só ela fazia, achou graça da rapidez que seu não pedido mental fora atendido.
Levantou e atendeu a porta, ela usava o capuz com de baunilia que ele lhe dera, o tirou do rosto o suficiente para sibilar "cuidado".
Clifford é um vampiro, esta em um reino ja a algum tempo. Neste reino ele é amante da Rainha mas esta gostando das 2 filhas do padeiro, a mais velha MariaAnne nao lhe da bola mas a mais nove, MariaBelly, esta apaixonada por ele. Este é um fragmento de apos a Rainha descobrir das filhas do padeiro e antes dele decidir tranformar....uma das irmãs. Divirtão-se!
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- Vocês são um bando de cretinos!!!! Tinha que ser ela?! Entre todas as Putas...
- Elas não é puta...
- PUTAS do reino...tinha que ser ela?
Do quarto sempre arrumado agora se tinha estrassalhos pelos cantos, Clifford nao se esforçou ao menos para sair da frente dos objetos atacados, somente preferia nao ouvir isso. Acabar e ficar com ela...a outra.
Saiu pelos fundos do castelo, como de costume, preferiu andar devagar e descobrir novos caminhos no reino, parou em um beco escuro e nem teve que esperar muito ate a proxima garota desacompanhada passar. Claro que a matou. Com os dentes em seu pescoço fez a mordida limpa e rapida, quase indolor para sua pobre vitima.
Nao se preocupou com o corpo, largando-o no beco onde acabara de sair. Foi para sua cabana nem um pouco perto do reino. A noite estava pela metade e seria bem chato ficar somente deitado em sua cama "sozinho" pensou. Fechou os olhos e logo a imagem dela invadiu sua mente.
Seus cabelos negros ao vento, as mãos umidas que estendiam as roupas, o aroma de sabão, pão e cravos que vinham dela. Os olhos que procuravam no meio das arvores por algo que ela não imaginava ser ele. A pele branca de seu pescoço a mostra, macia, com a veia azul o convidando a um drinque, a saia que se enroscava nas coxas mostrando suas formas e o convidando a muita outras coisas...E a irmã, sempre correndo para ela como a garota inocente que ele sabia que nao era. As duas tão diferentes mas com os mesmos detalhes: o sorriso, mãos e a delicada queda de cabeça quando estava feliz.
-Minha canela...
Gemeu ao lembrar do cheiro, cheiro forte que sentia de sua nuca quando suava, quando tinha os cabelos ruivos presos em sua mão, quando ela se virava para beija-lo e "acidentalmente" cortava os labios em suas presas.
Ouviu uma batida a porta, leve e ritmada como só ela fazia, achou graça da rapidez que seu não pedido mental fora atendido.
Levantou e atendeu a porta, ela usava o capuz com de baunilia que ele lhe dera, o tirou do rosto o suficiente para sibilar "cuidado".
Março 08, 2012
Palida Carmim
Ok é bem menos do que meu professor pediu mas mesmo assim ai esta:
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Pele palida, cabelos negros, labios vermelhos, vestido rosa pastel, sem graça, sem cor.
Sentada em um banco de pedra em um jardim de rosas. Estica seu corpo e toca a rosa mais proxima com a pontas dos dedos, leve-a ao seu rosto, aos seus labios, puxe-a e a deixe se desfazer em suas mãos, deixe as petalas carmim correrem para o frio chão deste dia ensolarado.
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Pele palida, cabelos negros, labios vermelhos, vestido rosa pastel, sem graça, sem cor.
Sentada em um banco de pedra em um jardim de rosas. Estica seu corpo e toca a rosa mais proxima com a pontas dos dedos, leve-a ao seu rosto, aos seus labios, puxe-a e a deixe se desfazer em suas mãos, deixe as petalas carmim correrem para o frio chão deste dia ensolarado.
Dezembro 19, 2011
Natal especial
Meu presente de natal a todos, muito obrigada! Este ano foi especial em muitas coisas para mim e tenho q agradecer aos fans de twilight pelo meu fim de ano e os de Harry potter pelo inicio...e sempre a você mesmo que nao esteja entre esses 2 grupos!
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Titulo: Meu natal especial
Challed do Irmandade Robstean (obrigada pela criatividade)
Perso principal - Reneesmee
Meus pais sempre me falam que sou especial mas o que me faz tão especial é esta família fantástica que eu tenho!
Faz menos de um ano do caos que juntou vampiros e lobos em um mesmo campo para uma guerra e mesmo assim o que faz este natal tão especial não é fato de estarmos vivos mas sim juntos novamente.
Meu avô Charlie decidiu passar o natal em La Push, com a minha futura nova avó Sue, mas entre os Quileutes o natal é uma festa enorme, pois todos são uma enorme família. Para minha mãe passar o natal sem meu avô não seria problema mas passar sem mim é algo impensável, digo o mesmo do Jake...meu imprint. A discussão de onde eu passaria o natal parecia um cabo de guerra sem vencedor e quando falei o lógico não esperava a reação de susto de ambos os lados. Sim! Venci o cabe de guerra com os dois lados desistindo e deixando-a cair, como antes, como a quase um ano atrás eles estavam trabalhando do mesmo lado por mim.
Tinha que ser minha tia Alice a acordar os lobos em, pelo conceito deles, plena madrugada para fazer todos transformar o quintal dos Black em uma “digna festa”, com muitos enfeites, luzes e laços. As garotas ficaram com a cozinha dos Cullen, única grande para todas caberem e prepararem o batalhão de comida para alimentar os lobos famintos, meu tio Emmet ficou de motorista, ora trazendo a comilança para La Push ou indo buscar em alguma loja “próxima” um item de ultima hora que Alice tornou indispensável para a decoração, tio Jasper e vovô Carlisle juntaram-se aos lobos para cumprir as ordem da minha tia e meu pai foi para a floresta com Jacob atrás da arvore perfeita. Com a mesa já pronta e todos reunidos começamos a montar a linda arvore que meus dois homens tinham conseguido, ela já era linda e se não fosse por um Lobo e um Vampiro duvido que qualquer pessoa conseguiria trazer uma arvore tão grande! Quill ajudava Claier com os enfeites mais baixos, os do meio ficaram com meu avô Charlie, Sue, Billy e os Quileutes, já os mais altos ficaram com meus pais, tios e avós vampiros que escalaram pelos galhos ate o mais alto, Jake e eu ficamos de escolher onde iria cada enfeite e de colocar as luzes. Acabamos quando já estava bem escuro e pronto para acender as luzes, estava com a mão na tomada quando Leah soltou um suspiro, todos a olharam e viram que ela estava olhando para cima, para o topo da arvore. Seth foi o único parecer entender pois saiu correndo para dentro da casa e logo voltou com algo nas mãos, meu pai sorriu e foi ate eles pegou o que estava na mão de Seth e veio ate mim, se abaixou e me mostrou uma estrela de plástico já bem velha e lascada nas pontas. Lembrei dos programas que vira onde a estrela era colocada na ponta da arvore, o ultimo detalhe do natal, peguei-a em minhas mãos, Jacob me ajudou a subir nas costas de meu pai que me levou ao topo da nossa grande arvore, sentado em um galho ele me segurou pela cintura enquanto prendia a estrela no topo e ligava-a a eletricidade.
Quando Jacob ligou as luzes não só meus olhos brilharam mas também os de todos lá em baixo ao pé da arvore, ela toda iluminada e os arredores da casa todo enfeitados era a visão mais linda que eu poderia ter do topo da arvore, mas o que me deixou mais feliz foi ver as minhas duas famílias reunidas. Abracei meu pai e, mesmo sabendo que não precisava encostar minhas mãos em seu rosto para mostrar meus pensamentos, eu o falei.
“Obrigada por este lindo natal!”
Maio 13, 2011
Lua de versalher cap1
Este é o primeiro cap de um livro q escrevo a muito tempo....um dia eu acabo, um dia eu publico.
Divirtan-se!
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1-
As horas já passavam da meia-noite, a musica, a dança, os risos não iriam parar tão cedo. Ao centro do salão a atenção de todos se voltava para o belo rapaz alto, cabelos acima dos ombros de cor platina e olhos verdes vivos, vestido com as vestes mais caras que seu reino poderia comprar, dançava com uma bela garota, desconhecia aos olhos de todos, mas tão bem vestida como uma princesa, de pele clara como a lua, cabelos negros como a noite e ondulados como ondas das praias.
- Preciso ir!
Disse ela ao aproximar-se de seu ouvido, sem demora afastou-se e fora caminhando ate a escuridão sombria lá fora.O rapaz correu ate a entrada do Salão:
- Me diga teu nome!Tua origem!Teu sangue! – gritou. Sem resposta, aos pés da escada já não se via ninguém, a noite era escura e sem lua.
- Volte pra dentro, Príncipe Draco, se essa garota tiver sangue que o mereça, voltara!
- Sim Lupan. Vou me deitar.
- Sim, jovem príncipe, vá.
Divirtan-se!
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1-
As horas já passavam da meia-noite, a musica, a dança, os risos não iriam parar tão cedo. Ao centro do salão a atenção de todos se voltava para o belo rapaz alto, cabelos acima dos ombros de cor platina e olhos verdes vivos, vestido com as vestes mais caras que seu reino poderia comprar, dançava com uma bela garota, desconhecia aos olhos de todos, mas tão bem vestida como uma princesa, de pele clara como a lua, cabelos negros como a noite e ondulados como ondas das praias.
- Preciso ir!
Disse ela ao aproximar-se de seu ouvido, sem demora afastou-se e fora caminhando ate a escuridão sombria lá fora.O rapaz correu ate a entrada do Salão:
- Me diga teu nome!Tua origem!Teu sangue! – gritou. Sem resposta, aos pés da escada já não se via ninguém, a noite era escura e sem lua.
- Volte pra dentro, Príncipe Draco, se essa garota tiver sangue que o mereça, voltara!
- Sim Lupan. Vou me deitar.
- Sim, jovem príncipe, vá.
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